segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Concha Acústica de Santos passa no teste de som


A Concha Acústica passou no teste de som realizado ontem (19) pela Cetesb e a Polus Engenharia, empresa contratada pela Prefeitura e que passa a fazer o monitoramento sonoro do equipamento público durante um ano. Foram quase duas horas verificando os níveis de decibéis, tanto interno quanto externo.

O promotor de Meio Ambiente de Santos, Daury de Paula Júnior, acompanhou todo o trabalho, inclusive o teste no apartamento da Av. Vicente de Carvalho, que motivou a ação que interdita a Concha Acústica desde 2001. Ele disse não ver nada que possa impedir a volta da programação cultural ao lado do Canal 3 junto à praia. No imóvel da orla foram feitas medições no quarto e na sala, com as janelas abertas e fechadas. “No apartamento o som da Concha Acústica era quase imperceptível. O aparelho registrou 55 decibéis, mas era do som vindo da rua”, disse o promotor.

O gerente da Cetesb em Santos, Cesar Eduardo Padovan, e o engenheiro acústico da Polus, Ivan Imagawa, acreditam que até quarta-feira (21) enviam os relatórios técnicos ao Ministério Público (MP) apontando os decibéis máximos que podem ser atingidos no equipamento cultural. Após, o MP vai propor um Termo de Ajustamento de Conduta à Prefeitura para liberação da licença pela Cetesb.


Equipamento é acessível à plateia e palco

A reforma da Concha Acústica custou R$ 1.009.259,05, recursos do Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias (Dade) e garante acessibilidade total. O cadeirante tem acesso tanto à plateia quanto ao palco, camarote e sanitário.

Com o equipamento ganhou piso de resina reciclada (substitui as madeiras que exigiam manutenção permanente), passa a ter 226 assentos de pvc e comporta 80 pessoas em pé. O local contará com seis ventiladores para melhorar a sensação térmica nas instalações.

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