quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Geninho declara amor pela cidade de Santos

Ex-técnico da Lusa reside na cidade desde o final dos anos 80, quando assumiu o Peixe pela primeira vez, e garante: sente-se em casa na Baixada

Eugênio Machado Souto nasceu em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. É treinador desde 1984, quando trocou a camisa 1 pelo banco de reservas do Novo Hamburgo (RS), equipe que defendia na ocasião. Trabalhou em 25 clubes do Brasil e do exterior e ostenta, dentre os vários títulos na carreira, o de campeão brasileiro de 2001, quando dirigiu o Atlético-PR. Apesar disso, é em Santos que Geninho sente-se em casa

-Santos é minha base. Se estou fora da cidade, é porque estou trabalhando. Só por isso (risos). Sou de Ribeirão Preto, mas escolhi Santos para viver. É uma das melhores cidades do Brasil para se morar. O clima, o povo santista, os jardins da praia, o tipo de praia que Santos tem, que permite boas caminhadas, esse mar maravilhoso... - destaca o técnico, sem clube desde o final de semana, quando foi dispensado da Portuguesa.
Geninho chegou a cidade em 1986, quando chegou ao Santos pela primeira vez - ainda treinaria o clube em 1991 (ano em que também comandou a Portuguesa Santista) e em 2001. Deixou o cargo em 1987, mas o litoral paulista ficou no coração. Tanto que, dois anos depois, quando voltou do Vitória de Guimarães-POR, comprou um apartamento em Santos, onde passou a viver desde então. Primeiro no Embaré, um dos bairros que integram a orla da praia santista. Depois na Ponta da Praia, onde reside atualmente e passa a maior parte do tempo livre.

- Talvez o local que eu mais curta seja a Ponta da Praia. É aqui que convivo com meus amigos, gosto de pegar minha vara e ir pescar. Mas gosto também de ir ao Monte Serrat, de levar parentes para ver o Centro Histórico... Agora, nessa época do ano, a chegada de transtlânticos deixa Santos com um glamour incrível. Poderiam dar uma incrementada no porto, como Buenos Aires fez com Puerto Madera, mas tem muita coisa boa na cidade - elogia.

O treinador, porém, não tem dúvidas do que é o maior atrativo que Santos lhe proporciona.
- Acho que a melhor coisa de Santos são os amigos que fiz, que me fazem sentir como se tivesse nascido aqui. Não tenho dúvidas disso - finaliza ao Globo Esporte

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