segunda-feira, 22 de março de 2010

Shows: Santos => Sampa

Epica
ONDE : Via Funchal
QUANDO : 10/04/2010
  InformaçõesValor
 Transporte R$ 50,00
 Transporte + ingresso de pista R$ 170,00
W.A.S.P
ONDE : Santana Hall
QUANDO : 10/04/2010
  InformaçõesValor
 Transporte R$ 50,00
 Transporte + ingresso de Pista R$ 160,00
Social Distorcion
ONDE : Via Funchal
QUANDO : 17/04/2010
  InformaçõesValor
 Transporte R$ 50,00
 Transporte + ingresso de pista R$ 195,00
Placebo
ONDE : Credicard Hall
QUANDO : 17/04/2010
  InformaçõesValor
 Transporte R$ 50,00
 Transporte + ingreso de Pista R$ 240,00
 Transporte + ingresso de Pista Premium R$ 410,00
Simple Red
ONDE : Credicard Hall
QUANDO : 20/04/2010
  InformaçõesValor
 Transporte R$ 50,00
 Transporte + ingresso de Pista R$ 290,00
Korn
ONDE : Credicard Hall
QUANDO : 21/04/2010
  InformaçõesValor
 Transporte R$ 50,00
 Transporte + ingresso de Platéia Superior R$ 195,00
 Transporte + ingresso de Pista R$ 265,00
 Transporte + ingresso de Pista Premium R$ 410,00
Moby
ONDE : Credicard Hall
QUANDO : 23/04/2010
  InformaçõesValor
 Transporte R$ 50,00
 Transporte + ingresso de Pista R$ 290,00
 Transporte + ingresso de Pista Premium R$ 530,00
Megadeth
ONDE : Credicard Hall
QUANDO : 24/04/2010
  InformaçõesValor
 Transporte R$ 50,00
 Transporte + ingresso de Pista R$ 220,00
 Transporte + inresso de pista Premium R$ 350,00

Todos os Shows com ônibus partindo de Santos



Contatos: Flávio Hopp
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quinta-feira, 11 de março de 2010

Rua XV de Novembro

FOTO Rua XV, Mistura dias atuais com população de Santos há 100 anos atrás.

    Antiga Rua Direita, era a mais importante de Santos, que na época áurea do café era conhecida como Wall Street Brasileira, ganhou mais encanto depois de restaurada. Nova iluminação e calçamento de época foram reconstituídos na reforma.    Conta com restaurantes e cafés. Toda sexta-feira o programa certo é o "Música na XV", happy hour de primeira em que se apresentam bandas musicais de MPB e Pop/Rock, a partir das 18 horas.



Passando pela Rua XV, o morador mais desatento pensa que está de volta à primeira metade do século passado.
No passado, o papo era basicamente a cotação do café, já que o produto era a grande fonte de riqueza da região; hoje em dia, as pessoas se reúnem para falar do cotidiano e relembrar os velhos tempos. 
O Alegra Centro traz benefícios para a cidade, pois muito turistas que visitam Santos nos finais de semana fazem questão de conhecer o Centro Histórico. Tem uma boa infra-estrutura e atrativos para essa região, o turismo só tende a crescer e a Cidade e toda a região são favorecidas.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Ponte Estaiada Santos Guarujá


        A ligação seca entre Santos e Guarujá será feita por uma ponte estaiada que deve ficar pronta até o final de 2012. O anúncio foi feito pelo secretário de Transportes de São Paulo, Mauro Arce.  
        A ponte terá 4,6 km, sendo 1 km de ponte estaiada, e beneficiará cerca de um milhão de pessoas que vivem em Santos, São Vicente e Guarujá. Segundo a Secretaria de Transportes, não haverá cobrança de pedágio.

      O projeto tem como objetivo ligar a Avenida Mário Covas, do lado santista, à Avenida Santos Dumont, no Guarujá. A ponte, vetada para veículos pesados, substituirá a travessia por balsas e terá um tráfego de 24 mil veículos leves e 15 mil bicicletas. A obras estão orçadas em R$ 700 milhões e devem durar cerca de 30 meses.

     Existe um acordo entre a Prefeitura de Guarujá e a de Santos em relação à melhor opção de traçado para o empreendimento. E já foi definida a altura para o vão livre da obra: 80 metros. 


         Pela nova proposta apresentada pela Prefeitura de Guarujá, a ponte estaiada terá sua extensão aumentada em 1.150 metros, em relação ao projeto preliminar. A medida representa um prolongamento de um terço no tamanho total da obra, que passará a ter 4.490 metros. Se as rampas de acesso em Guarujá fossem instaladas na Avenida Adhemar de Barros, a distância, de um lado ao outro, seria de 3.340 metros.

        Segundo o novo plano, do lado da Ilha de Santo Amaro, o acesso se estenderá por 500 metros de mangue e outros 450 metros dentro da área urbana. O trecho estaiado continua com 1 quilômetro de extensão e há mais 2.540 metros de rampas, em um aclive de 6% – ou seja, a cada 100 metros de extensão, ganha-se seis metros de altura. No projeto original, a pista teria inclinação de 5%, com o objetivo de facilitar o tráfego de bicicletas – algo que deve ser descartado, pela nova opção.


O aumento de extensão será necessário para unir a obra de arte diretamente com a Avenida Santos Dumont, principal conexão terrestre entre Vicente de Carvalho e as praias. Ainda assim, a rampa passará sobre um pequeno trecho da Avenida Adhemar de Barros.

          Depois, contornará o Iate Clube de Santos e margeará o Rio Santo Amaro, no bairro Santo Antonio, até chegar à Avenida Santos Dumont, onde um trevo distribuirá o tráfego de veículos nos sentidos praia e Vicente de Carvalho.

          Do lado de Santos, a rampa projetada para a Avenida Mário Covas (Avenida Portuária) permanece intocada. Desse lado, Prefeitura e Palácio dos Bandeirantes chegaram a um acordo



Fonte: ATribuna online

Simulação no Google da nova Ponte:

terça-feira, 9 de março de 2010

PORTO de SANTOS

b      O Principal porto brasileiro, responsável por mais de 25% do comércio internacional brasileiro e maior da América Latina no início chamava-se Porto de São Vicente, situava-se na Ponta da Praia. Naquela época, o porto não passava de um conjunto de trapiches de madeira que atravessavam trechos do mangue, chegando até a beira d'água e possibilitando a atracação de navios de pequeno porte. Navios maiores tinham sérios problemas para atracação e freqüentemente encalhavam ao se aproximarem dos trapiches, que iam sendo feitos aleatoriamente, de acordo com a necessidade do momento.
       No século XVIII as atividades portuárias se concentram em dois ancoradouros principais: o Porto do Consulado, em frente à Rua do Consulado (atual Frei Gaspar), e o Porto do Bispo, na altura do atual Largo Marquês de Monte Alegre, no Valongo
       O desenvolvimento do interior da Província de São Paulo e a cultura cafeeira acarretam acentuado crescimento da produção agrícola e a necessidade urgente de melhorar as condições para o seu escoamento em direção ao porto.
Em 1864 é iniciada a construção da Estrada de Ferro São Paulo Railway, a primeira ligação ferroviária entre o Porto de Santos e o restante da Província e cuja inauguração se dá em 1867. A São Paulo Railway foi de vital importância para o desenvolvimento do porto e da Vila de Santos.
1870: O "Caminho de Ferro" já operava havia três anos e os navios já eram movidos a vapor. No entanto, o porto de Santos funcionava de forma precária, como funcionou durante três séculos.
     A construção do cais era um verdadeiro desafio: o terreno onde se faria a fundação para a murada era de lodo puro em grande profundidade, as condições sanitárias da cidade eram péssimas e, por ser a primeira obra do gênero em todo o país, faltava pessoal técnico e operários especializados e seria preciso importar equipamentos.

1888: A Empresa Guinle & Cia (da família do maior Playboy do Rio, Jorginho Guinle) é contratada para fazer o empreendimento.

1892: A Companhia Docas de Santos inaugurava o seu primeiro trecho de cais, na extensão de 260 metros.

1910: Com o início da primeira guerra mundial, há um decréscimo na movimentação de cargas e as obras de ampliação param. Esse período de quase depressão é agravado com a grande geada de 1918 que abalou a safra do café. Entretanto, a disparada nos preços do café que se seguiu e o conseqüente enriquecimento criaram um clima de quase euforia e as importações aumentaram consideravelmente na década de 20.
1945: Terminada a segunda guerra mundial, o porto de Santos mantinha o mesmo cais que, somado ao da Ilha Barnabé, totalizava 5.214 metros. Não cresceu em extensão de cais, mas melhorou a infra-estrutura e alargou as faixas de cais. O porto possuía silos para granéis, esteiras transportadoras, seis empilhadeiras fixas, 128 guindastes, tanques de combustíveis líquidos e seis embarcadores com capacidade para 2.000 sacas/hora, além de rebocadores, dragas, ferry-boats, lanchas, tratores, vagões e locomotivas.

1968: A extensão de cais soma 7.034 metros, os armazéns são ampliados em capacidade, os tanques combustíveis passam de 24 para 91, triplicando a capacidade de armazenagem. Além disso, as poucas empilhadeiras fixas são substituídas por 270 empilhadeiras automotivas, o número de vagões sobe de 180 para mais de 400 e os guindastes hidráulicos são substituídos por elétricos.

1980: Termina o prazo de 90 anos da concessão imperial dada à Cia Docas de Santos. Ao deixar a frente do porto de Santos, a Docas havia movimentado quase 400 milhões de toneladas de cargas em sua história e entregava à sucessora um complexo portuário totalmente aparelhado, com 11.837 metros de cais, ferrovia, usina elétrica própria (Itatinga), 53 armazéns, 96 tanques de combustíveis e químicos, vários pátios e instalações especializadas, sistema de telecomunicações, microfilmagem, processamento de dados e 13.357 funcionários.
O controle do porto passa à CODESP (Cia Docas do Estado de São Paulo), sociedade de economia mista com o controle acionário da União, e ocorrem naturais mudanças na administração, como a criação do Conselho Especial de Usuários e do Conselho de Administração do Porto.
1981: É inaugurado o TECON I, o maior terminal de contêineres do país, na margem esquerda do porto (Guarujá), cuja construção se iniciara em 1977 pela Portobrás.
O incremento da movimentação portuária de cargas através de contêineres faz surgir os terminais retroportuários com seus enormes portêineres (guindastes para contêiner) e veículos específicos para a sua movimentação e transporte, além de enormes pilhas de contêineres que, ocupando todo pátio ou terreno vazio no porto e seu entorno, mudam radicalmente a paisagem portuária.
1993: É sancionada a Lei de Modernização Portuária, que regulamenta a privatização dos serviços portuários. A Lei permitiu a entrada do capital privado, novos investimentos e a modernização. Assim surgiu o Terminal 37, da Libra, o Terminal da Santos-Brasil e outros terminais privativos. E novas áreas de arrendamento se encontram em processo de licitação.